2 de dezembro de 2015

Serratalhadense vence, como estreante, Prêmio São Paulo de Literatura

Débora (á direita)
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Promovido pelo Governo do Estado de São Paulo e em sua oitava edição, o Prêmio São Paulo de Literatura é o que mais paga no país, com R$ 400 mil no total.

Além de Azevedo, duas autoras pernambucanas foram premiadas entre os estreantes. Micheliny Verunschk levou entre os autores estreantes com mais de 40 anos, com o livro “Nossa Teresa – Vida e morte de uma santa suicida” (Patuá). E Débora Ferraz, entre autores estreantes com menos de 40 anos, com o livro “Enquanto Deus não está olhando” (Record). Cada uma delas recebeu R$ 100 mil.

Promovido pelo Governo do Estado de São Paulo e em sua oitava edição, o Prêmio São Paulo de Literatura é o que mais paga no país, com R$ 400 mil no total.

Perfil dos vencedores

Formado em jornalismo e letras, Estevão Azevedo nasceu em Natal (RN) e mora em São Paulo, onde atua como escritor e editor.

Antes de “Tempo de espalhar pedras”, publicou dois volumes de contos – “O terceiro dia” (2004) e “O som do nada acontecendo” (2005) – e um romance, “Nunca o nome do menino” (2008), que foi finalista do Prêmio São Paulo de Literatura 2009. Também teve um conto publicado na coletânea de escritores brasileiros “Popcorn unterm Zuckerhut – Junge brasilianische Literatur”, que saiu na Alemanha em 2013.

Micheliny Verunschk nasceu no Recife (PE) em 1972. Antes deste seu romance de estreia que lhe valeu o Prêmio São Paulo de Literatura, havia lançado “Geografia íntima do deserto” (2003), que foi finalista do Prêmio Portugal Telecom, “O observador e o nada” (2003) e “A cartografia da noite” (Lumme Editor, 2010). A nota do Prêmio São Paulo de Literatura informa que Micheliny é mestre em literatura e crítica literária e doutoranda em comunicação e semiótica.

Já Débora Laís Ferraz dos Santos nasceu em Serra Talhada (PE) em 1987. É formada em jornalismo pela pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Seu livro de estreia é “Os anjos” (2003). Além disso, teve o conto “O filhote do terremoto” adapatado para o cinema no curta “Catástrofe” (2012) – o texto também foi finalista do Prêmio SESC de Contos Machado de Assis de 2012.

Com o mesmo “Enquanto Deus não está olhando” que acaba de lhe valer o Prêmio São Paulo de Literatura 2015, Débora havia vencido Prêmio Sesc de Literatura de 2014 na categoria romance. Do G1 SP   notícias de são josé do belmonte,  politica de são josé do Belmonte, Belmonte política, Belmonte notícias,polícia Belmonte, polícia são José do belmonte, política de são José do Belmonte, são José do Belmonte, Belmonte, belmonte noticias blog, belmonte noticias 190,blogs de são Jose do Belmonte, blogs de são José do Belmonte, são José do Belmonte, tribuna Belmonte, tribuna belmontense,


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