9 de outubro de 2015

Opositores deflagram terça-feira processo para afastar Dilma


O ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, disse hoje (8) que o impeachment não pode ser tratado como ferramenta de disputa política e que a base aliada tem de estar atenta à questão no Congresso.

Já soube, através do ex-deputado regimentalista Maurílio Ferreira Lima, em artigo postado ontem neste blog, que é longo e penoso o processo das pedaladas fiscais para se chegar à cassação da presidente Dilma. Na outra frente aberta pelo Tribunal Superior Eleitoral, que rejeitou as contas de campanha da presidente, também não há indicativos de celeridade, até porque cabe recurso numa discussão cujos prazos tendem a ser, provavelmente, muito mais extensos.

Independente da questão legal, o fato é que o Governo Dilma acabou. Aliás, neste segundo mandato nunca existiu. O País é um avião desgovernado a 10 mil pés, sem comandante, sem radar, sem nenhuma perspectiva de evitar a tragédia maior, ou seja, a sua queda. Na última terça-feira, véspera da decisão do TCU, estive numa solenidade, a abertura do seminário das emissoras de rádio e televisão, com a presença da moribunda.
O relógio já passava das 20 horas e dava para perceber claramente que ela estava extremamente abatida. Fez um péssimo discurso, sem pé e sem cabeça, mesmo lendo. Errou o que iria dizer em vários trechos e não conseguia dissimular o baque de uma primeira derrota: a rejeição das contas de campanha pelo TSE, que se dera uma hora antes dela adentrar ao recinto.
Dilma já sabia, certamente, que o buraco era mais embaixo. Todas as informações indicariam a acachapante derrota que sofreria – e sofreu – no Tribunal de Contas da União, que rejeitou as pedaladas fiscais e o rombo de R$ 100 bilhões nas contas de Governo referentes ao exercício financeiro de 2014.
A moribunda vai cair seja por um processo ou outro ou até por nenhum deles. Cai porque o País não vai aguentar pagar a conta por mais tempo. Se ela estivesse no final de gestão, a Nação ainda aguentaria a sangria. Mas suportar mais três anos? Não temos reservas para queimar tantos dólares nem paciência para aguentar uma pedalada fracassada atrás da outra. A sangria está custando um preço muito caro.
Preço da incompetência especialmente na gestão política. Dilma deu sete ministérios ao PMDB achando que havia descoberto a pólvora. Nunca se viu, pelo contrário, uma montagem de equipe tão desastrosa. Até o maior cacique do partido, o presidente do Senado, Renan Calheiros, ficou insatisfeito.
Outra penca de peemedebistas ressabiados com a trapalhada reforma ministerial engrossou a bancada de oposição no Congresso para esvaziar as sessões convocadas para terça-feira e quarta-feira últimas. O quórum necessário para manter os vetos da moribunda à pauta bomba voou pela janela.
 E o Brasil vai virando o País da piada pronta, sem rumo e sem prumo. Com Dilma, mandou dizer o Tribunal de Contas da União, as maracutaias nas contas, se constituem num grave crime, passível de cassação. Com Dilma, mandou dizer o Tribunal Superior Eleitoral, se fez campanha com o dinheiro da quadrilha, igualmente passível de impeachment.
SAIA JUSTA – Ao votar, por unanimidade, o parecer pela rejeição das contas de Dilma, o Tribunal de Contas da União impôs uma saia justa ao Congresso, que tem por um dever ético e cívico não contrariar a alta corte de contas do País, aprovando em plenário a recomendação. Se o rolo compressor do Governo funcionar no toma lá, dá cá, o parlamento brasileiro pode fechar as portas. Ficará desmoralizado de vez! O Tribunal de Contas age em sintonia com a voz rouca das ruas.
São Francisco pede socorro– O ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, está temeroso com a baixíssima vazão do rio São Francisco, o que pode de imediato comprometer o sistema de irrigação dos perímetros irrigados ao longo dos projetos de fruticultura entre Petrolina e Juazeiro. E, no futuro, se não houver a revitalização do rio, faltar água para alimentar a Transposição.

Só ano que vem– O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), considera difícil que as contas de 2014 da presidente Dilma, rejeitadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU), sejam votadas pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) ainda neste ano. As contas foram rejeitadas pelo TCU por unanimidade. Devido a operações como as conhecidas como “pedaladas fiscais”, os ministros entenderam que as contas não estavam em condições de serem aprovadas.
Efeito da crise – A arrecadação estadual caiu 6,9% no quarto bimestre deste ano quando em comparação com o mesmo período do exercício anterior. No segundo bimestre, compreendido pelos meses de março e abril, a receita estadual já havia apresentado um declínio de 1,7% sobre igual período do ano passado. Apesar da redução da receita, o secretário da Fazenda, Márcio Stefanni, assegurou que o Governo mantém o compromisso de investir R$ 1 bilhão até o final de 2015.
Queiroz em alta– Pesquisa do Instituto Freud contratada pela Rádio Cultura de Caruaru aponta o prefeito José Queiroz (PDT) com uma gestão aprovada por 67% dos entrevistados. Apenas 12% consideram sua administração ruim ou péssima e 14% regular. Queiroz é visto ainda como o político mais influente e popular do município para 76% dos entrevistados. Os números batem com recente pesquisa divulgada pelo jornal semanário Extra, editado naquela cidade.

E OS CARGOS? – Não foi só o deputado Eduino Brito (PHS) que votou contra o Governo no pacote fiscal encaminhado à Assembleia Legislativa. Também integrante da base governista, o deputado André Ferreira (PMDB) deu o seu grito de independência. O que se pergunta na Assembleia é se ele também entregará os cargos que detém no Governo.  notícias de são josé do belmonte,  politica de são josé do Belmonte, Belmonte política, Belmonte notícias,polícia Belmonte, polícia são José do belmonte, política de são José do Belmonte, são José do Belmonte, Belmonte, belmonte noticias blog, belmonte noticias 190,blogs de são Jose do Belmonte, blogs de são José do Belmonte, são José do Belmonte, tribuna Belmonte, tribuna belmontense,


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