28 de outubro de 2015

Mãe de belmontenses viaja 500 quilômetros para acompanhar os filhos na prova do Enem


Ana Maria da Silva, 49, veio do Sertão de Pernambuco para rezar pelos filhos, que tentam medicina, na porta do local de prova (Foto: Arline Lins / TV Globo)

"Meus dois filhos estão aí dentro. Querem fazer medicina. Estou aqui na torcida e orando em Deus para que tudo dê certo", disse.

Com os portões fechados e as provas do segundo dia do Enem rolando, resta aos acompanhantes dos estudantes esperar. Do lado de fora da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), no Recife, pais, irmãos e esposas sentaram-se juntos para tentar fazer o tempo passar mais rápido e segurar juntos a ansiedade.

Ana Maria da Silva, 49. Foram quase 500 quilômetros de estrada, de São José do Belmonte, no Sertão de Pernambuco, até a capital. Oito horas de viagem que valeram a pena. "Meus dois filhos estão aí dentro. Querem fazer medicina. Estou aqui na torcida e orando em Deus para que tudo dê certo", disse.

Os filhos, Franklin Anderson, 23, e Franklis Alesson, 19, se inspiraram no irmão mais velho, Dr Andrew  Cipriano,  para escolher o curso. Eles moram no Recife há três anos e só veem os pais de vez em quando. "Eu acho que família é a base e eles se sentem mais seguros sabendo que a gente está aqui dando a força", contou a mãe.





Edson Antônio, 42, e Maria Betânia, 38, também estão à espera das duas filhas. "A expectativa é muito grande, a torcida, a força. É importante para os filhos que a gente acompanhe essa etapa", contou Edson. A dona de casa Marisa Lima, 53 anos, veio acompanhar o filho Dayvison Williams, 17, que veio fazer o exame por experiência. "Eu só volto para casa com ele. Mesmo ainda não tendo terminado o ensino médio, ele precisa saber que tem o meu apoio desde agora", disse.

Edson Antônio, 42 anos, e Maria Betânia, 38,
aguardam as filhas (Foto: Arline Lins / TV Globo)


 A estudante Érica Xavier, 16 anos, veio fazer a prova por experiência, mas não conseguiu entrar porque perdeu a carteira de identidade no caminho para o local de prova. "Ontem eu fiz e acho que me saí bem, mas hoje não consegui entrar. Fiquei triste, mas agora estou aqui, torcendo por minha irmã, que está dentro da sala", relatou.

Para ajudar mais ainda o tempo a passar, nada como ler um livro. É o que fez Raphaela Lima, 23, que aguarda ansiosa pela saída do marido. "Ele estudou muito, merece um bom resultado. Quase perdemos a hora, mas deu tudo certo e agora é só esperar", disse aliviada.

Tempos de crise
Em volta da universidade, comerciantes permanecem com as portas abertas para vender lanches e tentar diminuir os efeitos da crise. O vendedor Adriano Machado disse que o lucro de ontem e hoje não chega nem perto do que conseguem durante a semana, mas ajuda a pagar as contas.

"Antigamente a gente trazia 40 pacotes de água e acabava tudo. Este ano trouxemos 10 e ainda tem 6. Acho que por causa do valor das coisas, as pessoas acabaram trazendo de casa pra não gastar", relatou o vendedor.    notícias de são josé do belmonte,  politica de são josé do Belmonte, Belmonte política, Belmonte notícias,polícia Belmonte, polícia são José do belmonte, política de são José do Belmonte, são José do Belmonte, Belmonte, belmonte noticias blog, belmonte noticias 190,blogs de são Jose do Belmonte, blogs de são José do Belmonte, são José do Belmonte, tribuna Belmonte, tribuna belmontense,


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