10 de maio de 2015

Comoção marca enterro da estudante da UFPE que caiu de um ônibus

Camila era estudante do terceiro período do curso de biomedicina

Foto: reprodução Facebook


Comoção marca enterro da estudante da UFPE que caiu de um ônibus

A comoção marcou o enterro da estudante Camila Mirele Pires da Silva, 18 anos, realizado na tarde deste sábado (9) no cemitério do Barro, na Zona Oeste do Recife. A menina estava em um coletivo que fazia a linha Barro/Macaxeira, na noite da sexta-feira (8), quando a porta do ônibus se abriu, arremessando a jovem para fora. Um outro coletivo que também trafegava na BR-101 atropelou a estudante.

A jovem ainda chegou a ser socorrida pelo Samu e levada para o Hospital Getúlio Vargas, no Cordeiro, também na Zona Oeste, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. O corpo de Camila foi encaminhado para o Instituto de Medicina Legal do Recife (IML) e liberado na manhã deste sábado.

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O corpo foi velado na Igreja Batista de Jaboatão dos Guararapes, Região Metropolitana do Recife, onde a jovem vivia com o pai, a mãe de dois irmãos mais novos. Por volta das 16h30, família e amigos chegaram ao Cemitério do Barro para o sepultamento.

Durante o enterro, estudantes amigos de Camila, que cursava o terceiro período do curso de Biomedicina na UFPE, estiveram presentes juntos com o reitor da instituição, Anísio Brasileiro, a Pró-Reitora, Ana Cabral, e representantes do Centro de Ciências Biológicas (CCB). Ela informou que a UFPE colocou à disposição dos parentes toda Atenção Psicossocial. "Agora é preciso cobrar das autoridades que se apure a responsabilidade por essa tragédia", destaca Ana Cabral.

Entre os familiares, o sentimento era de comoção e de pouco conhecimento sobre como aconteceu a tragédia. "O polícial que ajudou no socorro me ligou e eu avisei aos pais dela. Fomos na hora para o local e, quando cheguei, o Samu estava levando ela. Tinha um ônibus parado no local, mas não sei se era o que ela estava quando caiu", conta a avó, Luzinete Maria da Silva, 64. A empresa Metropolitana, responsável pela linha onde Camila estava, não vai se pronunciar sobre o acidente até que o laudo do Instituto de Criminalística seja divulgado.

"Ela era a pessoa mais inteligente que já conheci. Amava a área de saúde e estava realizando um sonho, que agora foi interrompido", lamenta Yngrid Erlaine, 18. Camila foi aluna da rede estadual de ensino técnico e aos 16 anos foi aprovada na UFPE, na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e na Universidade de Pernambuco (UPE). A jovem também era atleta e praticava judô desde criança.(JC)



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